Três funcionários são presos após furtarem computadores de órgão público para vender na internet em MS
- 2026-09-29 09:20:34
- [3] Visualização
A Justiça decretou a prisão preventiva dos três envolvidos por dificultar as investigações.
Emilenne Queiroz
Computadores de um órgão público em Campo Grande eram furtados dentro do local de trabalho e vendidos na internet por três funcionários de uma empresa terceirizada. O esquema foi descoberto pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que cumpriu mandados de prisão preventiva contra o grupo nesta segunda-feira (28).
?
As investigações da 11ª Promotoria de Justiça e da Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC) revelaram que os suspeitos usavam a rotina de serviço para entrar em setores restritos do prédio sem levantar suspeitas. Com o acesso livre, eles retiravam os equipamentos de informática e faziam os anúncios do material em plataformas virtuais de comércio. O MPMS não divulgou em qual órgão os furtos aconteciam.
Agora no g1
A Justiça decretou a prisão preventiva dos três envolvidos porque eles adotaram medidas para tentar atrapalhar as apurações e esconder provas.
A apuração prossegue para descobrir a quantidade exata de aparelhos levados, identificar possíveis receptadores e recuperar os materiais furtados para ressarcir o patrimônio público.
*Estagiária sob supervisão de Loraine França
:
Emilenne Queiroz
Computadores de um órgão público em Campo Grande eram furtados dentro do local de trabalho e vendidos na internet por três funcionários de uma empresa terceirizada. O esquema foi descoberto pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que cumpriu mandados de prisão preventiva contra o grupo nesta segunda-feira (28).
?
As investigações da 11ª Promotoria de Justiça e da Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC) revelaram que os suspeitos usavam a rotina de serviço para entrar em setores restritos do prédio sem levantar suspeitas. Com o acesso livre, eles retiravam os equipamentos de informática e faziam os anúncios do material em plataformas virtuais de comércio. O MPMS não divulgou em qual órgão os furtos aconteciam.
Agora no g1
A Justiça decretou a prisão preventiva dos três envolvidos porque eles adotaram medidas para tentar atrapalhar as apurações e esconder provas.
A apuração prossegue para descobrir a quantidade exata de aparelhos levados, identificar possíveis receptadores e recuperar os materiais furtados para ressarcir o patrimônio público.
*Estagiária sob supervisão de Loraine França
:
00
Comentários da Notícia
Nenhum comentário nesta notícia. Seja o primeiro! 💬
Fotos da noticia
×
Video da Noticia.
Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do grupo Redebackup e sim de sua fonte citada acima.

Deixe sua Opinião